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| Captura Tópicos destinados à digitalização de imagens, seja por placas internas ou equipamentos externos (conversores, gravadores de DVD de mesa, módulos USB, etc). |
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| Opções do Tópico | Modos de Exibição |
| #1 | |
| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | Toda área do conhecimento humano é significativamente complexa para os iniciantes. É um emaranhado de termos, equipamentos, sistemas, formas e quando envolvem softwares há uma infinidade de botões que certamente intimidam ou bloqueiam a realização mesmo das tarefas mais simples. Como estou ainda iniciando nessa área de edição de vídeo e geração de DVDs, tenho ainda em minha memória as dificuldades que passei para entender essa verdadeira teia de equipamentos, programas e termos técnicos. Para facilitar o acesso aos iniciantes, pensei em criar esse guia cujo objetivo é dar uma visão geral de cada uma das etapas necessárias à criação de DVDs oferecendo sempre que possível uma indicação de onde encontrar informações detalhadas sobre cada item. É lógico que esse não é o primeiro nem o único guia do assunto. Aqui mesmo nesse fórum é possivel encontrar fontes de referência bem mais completas e sobre as quais estou tentando dar minha contribuição. Espero contar com a ajuda de todos para completar e corrigir esse guia, principalmente nas áreas específicas onde sequer posso me considerar iniciante. Bem, vamos ao guia: Etapas do Processo de Criação de um DVD O processo de gravação de um DVD envolve várias etapas. A maioria dos programas atua em várias delas, porém os programas considerados profissionais são especialistas em apenas uma ou outra etapa. Podemos dividir o processo nas seguintes etapas (do fim para o começo): A.) Pós-produção da Mídia, ou pré-entrega do produto: Nessa etapa é gerada a CAPA do DVD, um possível Encarte interno e é realizada a impressão da mídia. B.) Gravação (queima) do DVD: A etapa de gravação da mídia de DVD envolve muitas variáveis, destacando-se a escolha do software, a escolha da mídia a velocidade de gravação, o hardware utilizado, ... C.) Autoração do DVD: O processo de autoração do DVD consiste em juntar filmes, sons, legendas, menus e transformar esse conjunto de componentes em um único projeto. D.) Geração dos componentes do DVD: Cada um dos Filmes, Menus, Sons ou Legendas pode ser criado ou trabalhado separadamente e cada um deles possui características específicas:
Captura, geração e edição de imagens e sons E.) Captura ou digitalização de fotos: As máquinas digitais já fornecem ao computador um arquivo com cada foto. Se a foto estiver em papel, slide ou negativo é necessário fazer a digitalização via um scaner. A partir do momento que todas as fotos estão no computador, há duas opções para inseri-las no DVD. Uma forma é transformá-las em um filme, inserindo transições, movimento, zoom e música de fundo sincronizada; outra forma é mantê-las separadamente e deixar que a mudança entre uma foto e outra seja controlada pelo usuário ou pelo equipamento/programa de autoração. F.) Captura de sons: Além da trilha sonora gravada durante a filmagem, frequentemente usamos músicas, locuções e efeitos sonoros nos projetos de DVD. A locução é captada normalmente por um microfone conectado diretamente ao micro; efeitos sonoros, músicas e outros sons que não estejam em CD são digitalizados a partir da entrada de linha da placa de som do micro. O tratamento destes áudios, bem como o armazenamento nos inúmeros formatos de arquivo, fazem parte da Edição de Sons. G.) Captura de Imagens: Desconsiderando a geração de filmes a partir de fotos ou através de computação gráfica, todas as imagens ou filmes devem ser digitalizados ou capturados para o formato digital antes que possam ser utilizados para a geração de um DVD. Depois de digitalizadas, as imagens passam pela etapa de edição, depois pela pós-produção e finalmente devem ser convertidas para o formato correto do DVD. É importante lembrar que nem sempre a ordem é esta. O processo de captura digital é um pouco diferente dependendo de qual a fonte dos filmes.
Conto com a colaboração de todos! RedBeard __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| #2 | |
| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | Este texto foi copiado de outro tutorial que eu estava escrevendo, assim podem ter alguns itens deslocados que vou corrigindo conforme forem sendo detectados. 1. Dando nome aos bois (para não confundir alhos com bugalhos) Com tantos termos técnicos não há quem não se confunda, então é sempre bom começar por um esclarecimento destes termos. Há diversos glossários que podem esclarecer a fundo cada tema; sugiro consultarem o site Fazendo Vídeo para maiores informações. Para este guia, basta entendermos as diferentes atividades que freqüentemente são utilizadas e criam uma certa confusão entre si. Os termos que mais criam problemas são: captura, edição e autoração. Primeiro termo: CAPTURA. Fato: o filme original está gravado em algum tipo de fita magnética. Infelizmente não existem drivers de computador onde você possa colocar uma fita VHS, assim é necessário transferir a imagem e o som do filme original para dentro do computador. Esta atividade se denomina Captura de Vídeo ou simplesmente Captura. Realizado esse processo, o filme deverá estar dentro do computador em um arquivo de vídeo. rel="Lightbox"?attachmentid=52179&stc=1&d=1177558787" border="0" alt="" class="tcattdimgresizer" onload="NcodeImageResizer.createOn(this);" /> ![]() Segundo termo: EDIÇÃO. Depois que o filme está no computador, muitas vezes queremos fazer algumas alterações, desde cortar o branco (ou preto) do início da filmagem, até criar efeitos especiais misturando várias cenas e sons. Qualquer modificação do filme é considerada Edição de Vídeo ou simplesmente Edição. Depois desse processo, o filme deverá estar pronto para ser finalizado. <div class='bbimg'>[img]http://img427.imageshack.us/img427/5291/vhs2dvd1b9dt.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> Terceiro termo: AUTORAÇÃO. Se formos assistir um filme numa fita VHS, colocamos o Vídeo para rodar e sentamos no sofá do início até o fim do filme. Se formos assistir o mesmo filme em DVD, é bem provável que tenhamos que escolher o idioma e a legenda, poderíamos ver o trailer e outros extras, ou até mesmo ir direto para o meio do filme. Os Menus, as trilhas de áudio, as legendas, os extras, enfim, toda a estrutura lógica de um DVD é montada na fase de Autoração do DVD, ou simplesmente Autoração. É nesta fase que são criados os menus, que o filme é dividido em capítulos, que são acrescentadas as legendas, os idiomas e depois de tudo encaixado é gerada a imagem do DVD. <div class='bbimg'>[img]http://img427.imageshack.us/img427/4406/vhs2dvd1c8us.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> Quarto termo: GRAVAÇÃO. Embora não pareça um termo que gere confusão, muitas pessoas imaginam que para gravar um DVD basta pegar um arquivo de filme e queimar uma mídia de DVD. Isso realmente grava uma mídia de DVD com o filme e esse vai poder ser visto no computador, porém para que qualquer aparelho de DVD reconheça o disco é necessário que os arquivos a serem gravados estejam no formato padrão de um DVD, gerado pelo programa de autoração, citado acima. <div class='bbimg'>[img]http://img427.imageshack.us/img427/33/vhs2dvd1d7bs.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> RESUMINDO:
Mas você pode então me fazer essa pergunta: - Se pra ter um DVD a partir de uma fita VHS todos têm que seguir essas etapas, porque os preços variam de R$ 20,00 a R$ 2.000,00 ? Para responder, precisamos definir qual vai ser o trabalho necessário para essa transformação. 2. Definindo o tamanho do problema (como separar o joio do trigo) Parafraseando o comercial da TV, "quer pagar quanto?", ou se for você mesmo que vai fazer, "quer ter quanto trabalho?". A troca de mídia, ou conversão simples, envolve apenas a Captura e a Autoração simples, não incluindo nenhum menu, nenhuma legenda, nenhum tratamento de som, nenhum capítulo, enfim, nenhum trabalho extra. Nesse caso a fita é substituída por um disco e nenhuma das facilidades que o DVD permite serão incluídas; para você ir até o meio do filme, será necessário apertar o botão de avançar pelo tempo necessário para chegar no ponto desejado. Fica claro que este tipo de "conversão" é o mais simples e, portanto, mais barato. O segundo estágio, agregando mais valor ao DVD final, é a inserção de algumas facilidades do padrão de DVD como menus e capítulos, principalmente. Estas facilidades são inseridas durante a Autoração e, em maior ou menor grau, tornam o DVD mais lógico facilitando a vida do usuário. Essas "conversões" freqüentemente são denominadas DVD com Menu, embora esses menus sejam em sua maioria tão simples quanto uma lista de capítulos. Entretanto, mesmo que o DVD tenha menus, legendas e múltiplos idiomas, se o filme propriamente dito não tiver uma certa qualidade, certamente o produto final será insatisfatório. A etapa de Edição de Vídeo, quando existente, é responsável por transformar sons e imagens em uma história, seja ela uma simples coletânea de momentos felizes até uma verdadeira superprodução de Hollywood. Seguramente um DVD Editado se sobressai as anteriores, valorizando o trabalho e literalmente transformando o resultado. Veja abaixo maiores detalhes sobre as atividades possíveis em Edição de Vídeo. Após ter capturado o filme, passado horas editando, criando menus e conteúdos extras, resultando num DVD com o conteúdo bem trabalhado, chega a hora de gravar o DVD e fazer a finalização. Para gravar o DVD é necessário escolher a mídia correta, que tenha uma boa relação custo X benefício, e gravá-la em um equipamento de qualidade, porém essa ainda não é a última etapa do trabalho. Ainda é possível criar uma capa personalizada, um encarte com os capítulos e, se houver possibilidade, imprimir o DVD em uma impressora específica. Embora sejam detalhes dispensáveis para alguns, para outras pessoas esse DVD Personalizado valoriza o trabalho tanto quanto uma boa edição. RESUMINDO:
Nesta explicação acima passei superficialmente pelo item de maior importância no ramo de Produção de Vídeo que é a Edição. Abaixo vou tentar explicar com mais detalhes quais as atividades que fazem parte desse trabalho. Última edição por Edvaldo : 26/04/2007 às 00:05 H __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | 3. Dando asas à imaginação (o céu é o limite) "Edição de Vídeo" é um termo que parece coração de mãe: abriga muitas atividades diferentes que tem em comum o fato de alterarem um vídeo. Quando se faz uma captura é comum que o início da captura e o final da captura saiam com alguma imagem em pausa ou com lixo. O simples corte dessas sobras já é considerado Edição de Vídeo. Por outro lado, se pegarmos uma imagem de um barco, inserimos algumas gaivotas geradas em computação gráfica, colocarmos algumas nuvens no céu cuja cor também vai ser corrigida, retirarmos da imagem um outro barco que esteja ao fundo e ainda por cima inserirmos um PIP com alguém narrando a cena em linguagem de sinais, tudo isso também nada mais é do que Edição de Vídeo. Entre um e outro extremos temos uma gama enorme de atividades possíveis e que recebem a mesma denominação, porém ainda assim é possível colocar alguma ordem nessa bagunça. A Edição Simples, também conhecida como Limpeza do Filme, é realizada quando retiramos as cenas que não fazem parte da filmagem. Normalmente são o início e o fim da gravação, e também algumas vezes que esquecemos a câmera ligada. Normalmente essa edição é feita usando um "corte seco". Outras atividades que podem entrar nesta denominação é a junção simples de vários filmes. Isso é mais comum quando uma filmagem usa 2 ou mais fitas de 20 minutos cada, por exemplo. Nesse caso, a edição simples é usada para cortar o lixo no início e no final de cada fita e juntar todas num único arquivo. Um passo seguinte na tarefa de Edição é o descarte de cenas indesejadas. Isso é interessante quando você gravou um filme da TV e quer cortar (descartar) os comerciais ou então quando você foi filmar a apresentação do seu filho no colégio e o diretor ficou muito tempo parado (você não desligou a câmera para não perder o início da apresentação). Para fazer esses cortes, é necessário observar o conteúdo do filme não há nenhum jeito automático de se fazer, sendo obrigatória a intervenção do Editor de Vídeo. Para converter suas fitas, você mesmo pode fazer este trabalho sem maiores problemas pois você conhece o filme mais do que qualquer editor. Tendo no filme apenas as cenas "aproveitáveis", quando se trata de uma filmagem feita por você mesmo, uma nova edição pode ser feita para organizar o filme, talvez mudando a ordem de algumas cenas, talvez excluindo outras, ou mesmo inserindo no filme cenas de outras filmagens. Se a filmagem for mais profissional, talvez tenham sido usadas duas ou mais câmeras ao mesmo tempo e uma mesma cena pode ter sido captada por ângulos diferentes. Para os puristas, esta etapa é a única que pode ser chamada de "Edição de Vídeo" pois é neste momento que o filme é transformado de uma ou várias seqüências de cenas para uma história cenográfica. Realmente a prática nesta atividade faz toda a diferença. É absolutamente normal que editores profissionais iniciem seu trabalho exatamente por este ponto, fazendo automaticamente os dois passos anteriores durante o correr do filme. Também é bem verdade que os editores não iniciam seus trabalhos "de mãos vazias" pois freqüentemente a edição é precedida de uma etapa de criação do filme seja em um rascunho, em storyboards ou mesmo na cabeça do profissional de edição se o trabalho for relativamente pequeno. Passada esta fase de edição "pesada", o filme estará modificado em relação à captura original e dígno de se chamar uma Produção. Algumas fases podem correr ao mesmo tempo ou após a edição "pesada", como a Edição de Som, a inserção de trilhas sonoras, edição das legendas, criação do material "extra" que geralmente é chamado de "making off", e por aí vai. A edição de som, colocando efeitos especiais, limpando ruídos, inserindo locução ou músicas de fundo, é normalmente feita ao mesmo tempo. Também podem ser preparados neste momento alguns trechos selecionados que poderão servir para os menus, se o objetivo for a criação de um DVD com cara de profissional. Sendo normalmente a última fase de edição, é na "Pós-Produção" que são inseridos a introdução do filme, o nome do aniversariante, os créditos finais e até alguns efeitos especiais. Finalizada esta fase o filme está pronto, e segue para etapa de produção da saída final, seja ela a Autoração do DVD, a gravação de um vídeo para a internet, ou mesmo voltar para uma fita magnética se essa for a opção de armazenamento escolhida. Profissionais de edição têm o hábito de fazerem todas as atividades ao mesmo tempo pois tendo todos os processos na cabeça, conseguem trabalhar com as várias frentes de ação, ganhando tempo e poupando o re-trabalho de assistir cada cena várias vezes. Porém apenas a prática pode levar à esta capacidade e para nossos vídeos caseiros, nada melhor do que fazer um passo de cada vez, mesmo porque muitas vezes esses passos são feitos um em cada noite. O importante é lembrar que com os bons programas de edição disponíveis ao público amador, qualquer pessoa tem praticamente as mesmas ferramentas que os profissionais e neste caso, a experiência e dedicação são os únicos fatores que diferenciam a qualidade dos dois trabalhos. É normal um profissional gastar 3 ou 4 horas de trabalho para cada hora de filme editado e um amador gasta bem mais que o dobro disso para um trabalho que as vezes não é tão impactante, mas tenha certeza que cada minuto gasto na edição vale a pena. __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | Gravação de DVDs – Hardware Um dos principais interesses de quem deseja criar seus DVDs é fazer a conversão de fitas magnéticas (VHS, VHS-c, S-VHS, 8mm, Hi8, etc) para o formato DVD, seja para uso próprio ou com interesses comerciais. Empresas especializadas neste ramo realizam este processo através de equipamentos profissionais específicos e a qualidade destas conversões normalmente é bem superior à qualidade que obtemos em equipamentos amadores ou semi-profissionais. Desta forma, todos os programas e equipamentos citados neste tópico são destinados ao uso amador, principalmente voltados à conversão de fitas caseiras. A perfeita utilização destes recursos pode gerar um DVD de qualidade próxima aos serviços profissionais, porém para chegar à esta perfeição é necessário muita prática. Então, mãos à obra. 4. Equipamentos A.) Reprodutor da fita original: Para reproduzir a fita original é mais comum a utilização de um Vídeo Cassete quando a fita é VHS, mas também pode-se utilizar uma filmadora principalmente nos casos de conversão de outros tipos de fita. Dois detalhes são importantes no reprodutor: (1) o formato da saída e (2) o padrão de cores de saída. A.1.) Formato da saída do reprodutor: O padrão mais comum é que o reprodutor tenha saídas analógicas, porém alguns reprodutores podem ter saídas digitais. As saídas analógicas podem ser no padrão de Vídeo Composto, utilizando pinos do tipo RCA nas cores Amarelo/Branco se o som for em Mono ou Amarelo/Branco/Vermelho se o som for Stereo, ou no padrão de S-Vídeo que utiliza um cabo com 4 pinos para vídeo e os mesmos RCA Branco/Vermelho para som. Alguns vídeos cassetes mais novos podem possuir uma saída digital, assim como as câmeras que usam as fitas MiniDV; nestes casos essa saída pode ser no padrão USB (menos freqüente) ou no padrão IEEE 1394 (também conhecido como FireWire ou iLink). <div class='bbimg'>[img]http://img406.imageshack.us/img406/787/vhs2dvd2a4ww.th.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div><div class='bbimg'>[img]http://img406.imageshack.us/img406/8920/vhs2dvd2b9py.th.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> OBS: o nome correto da porta é FireWire, e não FireWare como na figura. Em breve será corrigida. A.2.) Padrão de cores do reprodutor: Para os reprodutores que possuem saída digital, o padrão de cores não é importante pois o computador pode trabalhar com os arquivos digitais de qualquer padrão. Para os reprodutores com saída analógica, se for uma filmadora, basta saber que padrão ela usa sendo mais comum o padrão NTSC, mas se for um vídeo-cassete há duas variantes: o padrão da fita e o padrão de saída. As fitas de filmes (como as alugadas em locadoras) e a maioria das fitas gravadas em filmadoras são no padrão NTSC. As fitas que foram gravadas da TV e também de algumas poucas filmadoras são no padrão PAL-M. Praticamente todos os vídeo-cassetes nacionais são configurados para ler ambos os padrões e jogar na saída o padrão PAL-M, mesmo que a fita seja NTSC. Alguns vídeos, muito raros, possuem uma configuração para jogar na saída o padrão NTSC mesmo que a fita seja em PAL-M; outros vídeos, estes mais freqüentes, possuem a configuração de jogar na saída um sinal NTSC se a fita for NTSC. Resumindo, é importante você saber exatamente qual o sinal de saída do seu reprodutor:
B.) Porta IEEE 1394, iLink ou FireWire (necessário para as opções 1a ou 2): Quando o computador não possui esta porta diretamente na placa-mãe, a solução é comprar uma placa PCI com esta porta. Existem algumas placas de captura analógica que também possuem esta porta e elas podem ser usadas sem nenhum problema. Opção 1.b.) Reprodutor com Saída Analógica para uma Placa de Captura: Caso o reprodutor possua apenas a saída analógica, existe a opção de ligá-la diretamente ao computador caso este possua uma Placa de Captura. Esta opção vale para as saídas de Vídeo Composto ou de S-Vídeo. C.) Placa de Captura de Vídeo: A Placa de Captura de Vídeo pode ser de vários tipos. O tipo mais comum é uma placa interna ao computador, dedicado somente à captura de vídeo e/ou recepção de TV; os modelos mais conhecidos são da Pinnacle e da ProLink/Pixel View. Outro tipo que pode ser encontrado é a placa conjugada de Vídeo (saída do monitor) e de Captura; os modelos mais conhecidos são a série ATI All In Wonder e as geforce com VIVO (Vídeo In, Vídeo Out). O terceiro tipo mais utilizado é composto de um módulo externo ligado ao computador através da porta USB; os módulos externos da Pinnacle são os mais conhecidos. <div class='bbimg'>[img]http://img274.imageshack.us/img274/2400/vhs2dvd3a8ni.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> Opção 2.) Utilização de um conversor Analógico/Digital entre o reprodutor analógico e o Computador: o uso de um conversor A/D entre a fonte analógica e o computador é uma opção a ser considerada. Além de equipamentos produzidos diretamente para este fim, exite também a opção de usar uma câmera MiniDV (ou outro modelo digital) que possua a capacidade de fazer essa conversão. Em ambos os casos, a saída do reprodutor analógico é ligado ao equipamento conversor e este é ligado ao computador da mesma forma que a Opção 1.) citada acima. Assim, além da porta digital - equipamento B.) - é necessário o conversor propriamente dito: D.) Conversor Analógico/Digital: É um equipamento que aceita como entrada um sinal analógico de vídeo composto e/ou de S-vídeo, o sinal de áudio e converte ambos em um sinal digital que pode ser enviado ao computador através de uma porta FireWire. E.) Uso de uma filmadora digital como Conversor A/D: Muitas filmadoras digitais possuem a capacidade de realizar a conversão A/D no modo "pass tru", isto é, diretamente. Se esse for o caso, ligue a saída do seu reprodutor na entrada analógica da filmadora e a saída digital da filmadora no computador através da porta digital. <div class='bbimg'>[img]http://img320.imageshack.us/img320/2552/vhs2dvd3b5ic.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> Opção 3.) Utilização de um gravador de DVD de mesa: para quem quer apenas converter seus vídeos caseiros para DVD, este pode ser um equipamento que dispensa o uso do computador, porém para quem deseja que seu DVD possua meus elaborados e um verdadeiro projeto lógico de navegação, é indispensável a finalização do DVD no computador. Neste caso, o uso de um gravador de DVD de mesa é uma opção a ser considerada quando utiliza-se DVDs regraváveis cujo filme é transferido para o computador de forma muito mais rápida do que o processo utilizando as duas opções acima. O gravador de mesa faz todo o trabalho de conversão, captura e compactação do arquivo deixando para o computador a tarefa de editar, finalizar e gravar o DVD. F.) Gravador de DVD de mesa: É um equipamento que já faz a conversão de padrões de cores entre PAL-M e NTSC, já faz a conversão Analógico/Digital, faz a compactação do vídeo para o formato DVD e, se o objetivo for a conversão SIMPLES de filmes de VHS para DVD, ele faz todo o trabalho sozinho, gravando o DVD. Há diversos modelos desde os mais simples aos mais complexos que possuem HD interno e realizam todo o trabalho no HD para gravar o DVD apenas quando estiver tudo pronto. <div class='bbimg'>[img]http://img274.imageshack.us/img274/7715/vhs2dvd3c8tk.jpg' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> G.) (equipamento opcional) Conversor de sinal PAL-M para NTSC: Em alguns casos pode ser necessária a utilização de um conversor externo de padrão de cor. Esse conversor é um equipamento que transforma o sinal de vídeo PAL-M em NTSC sem alterar suas outras características. Lembre-se que toda conversão possui um efeito colateral que é a perda de qualidade do sinal. Se o equipamento for de baixa qualidade, a perda é maior. Se o equipamento usar o sinal de Vídeo Composto ele perde mais que se for usar o sinal S-Vídeo. Minha sugestão é que se use um transcorder somente se não houver outra opção.O uso deste equipamento é necessário quando: (a.) o reprodutor gera uma saída PAL-M e (b.) o conversor, seja ele um conversor externo, uma filmadora ou mesmo uma placa de captura analógica, só aceita o sinal NTSC. H.) Gravador de DVD para o computador: considerando o uso dos equipamentos anteriores, neste momento já temos no computador um arquivo digital com as imagens e sons da fita original. Após os devidos tratamentos e edições, o último equipamento necessário é um gravador de DVD. A única restrição quanto a este equipamento é a compatibilidade entre o padrão de gravação e o padrão da mídia. Os dois padrões utilizados hoje são o DVD-R e o DVD+R. Um gravador DVD-R não vai aceitar gravar um DVD+R e vice-versa. A maioria dos gravadores recentes aceitam gravar nos dois padrões. __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| #5 | |
| Membro Membro desde Abr/2005 Rio de Janeiro Mensagens: 159 | Red você me matou de rir agora, faz dez minutos que você disse que ia abrir um novo tópico sobre DVDs e você me vem com 5 posts, ou mais, fui passando e rindo, vou ler então... __________________ P IV 3.0 GHz HD 160 GHz SATA2 1 GB RAM (2x 512MB) DDR2 533Mhz Video - ATI 256 MB PCI-e Audio - EMU 1820M DVD-RW DVD-R WIN XP Pro SP2 Certificado Dell. |
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| #6 | |
| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | É Marcio, meus dedos estão ardendo. hahahah Eu já tinha esse material (que está ainda no rascunho, sem revisão) e acho que pode ajudar você. Assim vamos corrigindo e completando junto com as dúvidas do pessoal. Abraços, RedBeard __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| #7 | |
| Membro Membro desde Abr/2005 Rio de Janeiro Mensagens: 159 | Legal esse manual que você esta fazendo. Muito legal. Mas veja como é dificil, estávamos falando muito sobre o Adobe no tópico do Maestro, e surge um post como esse. Muito legal, você já postou isso antes? Sim, embora o manual esteja muito bom, como um glossário, e muita gente vai gostar, nossa conversa estava um pouco adiantada, já que falarvamos muito do Adobe, e sobre o que acontece com as extensões de arquivos quando fazemos o demux de um video importado como AVI DV retendo-se assim na transferência de uma MINI DV para o PC via firewire com ajuda do softerware Adobe Premiere e o que fazer nesse programa para editar, autorar e gravar um DVD. Assim que eu me esclarecer melhor, posso ajudar também, por enquanto estou tentando entender. Obrigado, ótimo post!!!! __________________ P IV 3.0 GHz HD 160 GHz SATA2 1 GB RAM (2x 512MB) DDR2 533Mhz Video - ATI 256 MB PCI-e Audio - EMU 1820M DVD-RW DVD-R WIN XP Pro SP2 Certificado Dell. |
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| #8 | |
| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | Marcio, Eu acho que é uma dúvida normal o "bucar a maior qualidade". Eu fiz isso e ainda estou tentando encontrar a fórmula mágica mas já aprendi algumas coisas no caminho e essa é minha tentativa de ajudar quem vem em seguida. Tamos aí. Se você tiver dúvidas que não forem específicas de outros tópicos já abertos, manda q a gente tenta resolver ou encaminhar para quem sabe mais. Abraços __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| Membro Membro desde Fev/2005 RJ Mensagens: 2.044 | Parabéns, Red!!! Esse Tópico será muito importante para a Galera Novata!! Muito bom mesmo!! Leitura fundamental para quem quer começar a trabalhar com DVD... __________________ Dinho - SOMANIACO PAZ NA TERRA Baixe aqui o TUTORIAL DO MAESTRO em PDF Senha = maestro |
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| #10 | |
| Membro Membro desde Set/2005 Brasil Mensagens: 783 | Parabéns RED... almas: Gostaria de ter tido um Manual desses quando comecei a me aventurar aqui, entre os DVDs e Edições... A tal da FireWire só vim a conhecer em dezembro, quando uma cunhada veio em casa com uma filmadora MiniDV para aprender a editar alguns filminhos dela... Foi aí que "camelei" um pouco nos tópicos por aí, pra aprender o que ela é e o que ela faz... Com certeza, mereceria ir pra DESTAQUE ... Moderadores... Please... Vai ajudar na orientação dos novatos, e facilitar pros usuários que gostam de ensinar e orientar os outros, pois seria um local pra indicarmos aqueles que querem iniciar os estudos nesta fascinante arte (Podemos chamar de arte, não?)... Abraços e Parabéns pela iniciativa!!! <div class='bbimg'>[img]http://www.magiagifs.hpg.ig.com.br/emoticons01/49E09B4F.gif' border='0' alt='Imagem postada pelo usuário' /></div> __________________ Mulher e Mãe Coruja assumida, procurando tempo pra informática. Lembrem-se de postar se a dica recebida FUNCIONOU. |
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| #11 | |
| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | Valeu galera, mas sabemos que ainda falta muito pra poder ajudar os iniciantes... por enquanto ainda é mais uma leitura cansativa. Aos poucos eu chego lá, heheheh. Obrigado pela força, e muito mais pelos ensinamentos... RedBeard __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| Membro Membro desde Abr/2005 Rio de Janeiro Mensagens: 159 | Red, pra eu ripar um DVD pro HD eu preciso de algum programa específico certo? Não dá pra simplesmente arrastar no explorer, então qual seria esses programas? você sabe? __________________ P IV 3.0 GHz HD 160 GHz SATA2 1 GB RAM (2x 512MB) DDR2 533Mhz Video - ATI 256 MB PCI-e Audio - EMU 1820M DVD-RW DVD-R WIN XP Pro SP2 Certificado Dell. |
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| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | Marcio, Eu uso o DVD Decrypter (www.dvddecrypter.com) , mas há vários outros com recursos ou interfaces diferentes. Abraços, RedBeard __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil |
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| Membro Membro desde Jul/2005 São Paulo/ Sp Mensagens: 311 | Parabéns Red. Eu já tinha visto la no TEC, só não comentei para que os primeiros posts fossem seus, e postasse tudo que achasse necessário. Mas está bem recheado, já coloquei aqui em favoritos para o meu irmão ler. Não aguento mais ficar fazendo os dvds dele... hehe |
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| Moderador Membro desde Jul/2005 Americana, SP Mensagens: 4.926 | Citação:
Nelson e Zelopes, Ambos estão com dificuldade no mesmo item. O filme "original" de vocês deve estar num formato que o micro reconhece mas que não é o padrão de um DVD. Gravar esse filme num disco DVD é a mesma coisa que gravar uma planilha de dados. O disco aceita, o computador reconhece mas o resultado não fica um DVD de Vídeo. Nelson, você tem que converter seu filme para MPEG e depois usar um software de autoração (ou usar um programa que faça as duas coisas), para então gravar no disco de DVD. ZeLopes, O DVDShrink não grava no DVD, ele usa o Nero (que deve estar instalado) para gravar. Mas eu não entendi qual é sua fonte. É um arquivo de filme ou é um DVD ripado? Abraços, RedBeard __________________ "Ado, A-Ado; cada um no seu quadrado" (Sharon) ------------------------------- Depois ainda tem gente que acha que não foi Decretada a morte do ensino superior de qualidade no Brasil | ||
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